Essa é, sem dúvida, a dúvida número um de quem está comprando o primeiro relógio "de verdade": automático ou quartzo? Não existe resposta certa universal — existe a resposta certa para você. Vamos destrinchar as diferenças.

Como funciona o automático

Um relógio automático não usa pilha. Ele tem uma massa oscilante interna (o "rotor") que gira com o movimento natural do seu pulso ao longo do dia, e esse movimento vai dando corda na mola real do relógio. É por isso que relógios automáticos têm uma característica chamada reserva de marcha: o tempo que o relógio continua funcionando sozinho depois de tirado do pulso. O Citizen Tsuyosa, por exemplo, tem cerca de 45 horas de reserva — ou seja, você pode ficar um fim de semana inteiro sem usar e ele ainda vai estar rodando na segunda de manhã.

Citizen Tsuyosa NJ0151-88X Turquesa

Como funciona o quartzo

Já um relógio de quartzo usa uma pequena pilha que envia corrente elétrica através de um cristal de quartzo, fazendo-o vibrar numa frequência extremamente estável — é essa vibração que "conta" o tempo com precisão. O resultado prático: relógios de quartzo costumam ser mais precisos no dia a dia (variação de segundos por mês, contra segundos por dia dos automáticos) e não exigem nenhum cuidado especial, só trocar a pilha de tempos em tempos. O Seiko Spirit SBTR017 é um bom exemplo: cronógrafo de quartzo, preciso e de baixa manutenção.

Seiko Spirit SBTR017 Cronógrafo

Vantagens de cada um

Nosso conselho

Se você quer entrar no universo da relojoaria mecânica, entender como um movimento funciona e sentir aquele "quase vivo" de um relógio automático, comece por ali. Se prioriza praticidade e uma precisão inquestionável para compromissos e trabalho, um quartzo de qualidade como os cronógrafos Seiko Spirit resolve muito bem. E, no fim das contas, o ideal mesmo é ter os dois tipos na coleção — cada um tem seu momento.